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Kaspersky quer crescer 100% na América Latina.

São Paulo, 17 de fevereiro de 2010.

 

Depois de um crescimento de 161% nos negócios no Brasil, os canais locais da Kaspersky podem esperar uma atenção maior ao campo do conteúdo técnico e comercial.

Essa é a preocupação central de Alejandro Musgrove, vice-presidente de vendas para América Latina e Caribe, que espera lançar, até março a Kaspersky University, com seus devidos calendários de treinamentos no campo técnico e de vendas.

Depois de um intenso processo de captação de parceiros, a marca russa saltou dos 200 canais na América Latina, em 2008, para 2,656 mil, em 2009, os quais começam a ser abordados para aprimorar suas condições de ida ao mercado.

Outra decisão tomada com o objetivo de profissionalizar a atuação local é a contratação de mais pessoal para a unidade brasileira. Um gerente de canais, um gerente de vendas corporativas e um gerente de marketing entrarão para o time, em breve, diz o vice-presidente, que começará as entrevistas logo após o período de carnaval. "Essas pessoas ajudarão os parceiros tanto no campo do treinamento, como da geração de demanda, que também é um grande foco para 2010", resume o executivo.

No que diz respeito aos produtos, globalmente, a Kaspersky inicia uma jornada especial às grandes contas, com novos produtos. No Brasil, a estratégia segue a linha. Segundo Musgrove, hoje 20% dos negócios fechados por aqui já vêm de empresas com mais de 1 mil usuários (consideradas grandes). Com a chegada dos produtos enterprise, em 2011, ele acredita que esse número pode chegar a 30% ou 35%.

"Mas ainda o grande potencial e os grandes negócios vêm do SMB. Na América Latina, cerca de 50% das vendas estão nesse mercado", afirma. Para esse segmento ofertas de soluções em cloud computing são avaliadas, com o intuito de explorar o potencial do canal junto a empresas que, muitas vezes, não têm nenhuma pessoa ligada à TI.

A região latina cresceu 80% em 2009, segundo Musgrove, e deve alcançar os 100%, em 2009.

 

 

 

 

 

 

 

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