São Paulo, 28 de maio de 2010 .
A marca russa de segurança digital Kaspersky quer dobrar o número de varejos que comercializam suas soluções ao consumidor doméstico, mercado-alvo da vez no Brasil e na América Latina.
A estratégia é anunciada pelo novo diretor de consumo para América Latina e Caribe, Al Ochoa, ex-Symantec, que chega à empresa com a missão de disseminar o portfólio na esfera doméstica, acompanhando o desempenho já em curso no setor corporativo.
Junto com Claudio Martinelli, gerente da área para o Brasil, Ochoa quer fazer da Kaspersky a primeira opção ao consumidor final. Uma das primeiras medidas para acelerar esse resultado foi baixar o preço da licença anual para um usuário do Kaspersky Antivírus 2010 de R$ 99,95, para R$ 59,95.
Entre os atuais 500 canais de varejo no Brasil, hoje, Martinelli elenca desde pequenas lojas, até os grandes varejistas e diz que, a partir de agora, além da captação de novos parceiros, vai trabalhar em projetos de marketing para impulsionar suas vendas.
Os distribuidores brasileiros, Esy World e Network1 são os responsáveis pelo abastecimento também do canal de varejo, segundo Ochoa, que reforça o interesse em novos especialistas de consumo.
Segurança no celular
Outra aposta que nasce para o segmento varejista é a oferta do Mobile Security, software para proteção de celulares e smartphones, com apelo não somente de antivírus, como de proteção dos dados e rastreamento do aparelho.
Nesse caso, a companhia busca lojas especialistas em telefonia celular, assim como as próprias operadoras e fabricantes de aparelhos.
Hoje, no Brasil, os negócios corporativos respondem por 60% dos negócios, contra 40% do varejo. No mundo, o varejo lidera na contribuição com a receita, com 65%, contra, 28% do corporativo e 7% das alianças OEM.
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