O Banco do Brasil está recebendo, até 31 de outubro de 2026, inscrições de projetos sociais, de saúde e de reciclagem que buscam apoio financeiro por meio do Programa Mãos Dadas.
A iniciativa, que começou em 13 de outubro, agora inclui propostas aprovadas pela Lei de Incentivo à Reciclagem, além das modalidades tradicionais de investimento social.
Podem participar da chamada organizações e instituições com projetos já aprovados pelos órgãos competentes e conformes ao mecanismo de incentivo fiscal correspondente.

O programa Mãos Dadas é uma oportunidade significativa de financiamento para organizações que atuam em áreas relevantes e que buscam contribuir com o desenvolvimento social e a preservação ambiental.
Quais projetos podem receber apoio do Banco do Brasil?
O Banco do Brasil está aceitando inscrições até 31 de outubro de 2026 para projetos sociais, de saúde e de reciclagem que buscam apoio financeiro através do Programa Mãos Dadas. Nesta edição, há um foco na inclusão de propostas que receberam aprovação pela Lei de Incentivo à Reciclagem, além das modalidades clássicas de investimento social. A convocação começou no dia 13 de outubro e destina-se a organizações e instituições que já tenham projetos aprovados pelos órgãos competentes de acordo com o mecanismo de incentivo fiscal.
É importante ressaltar que o chamamento não é um financiamento aberto para novas ideias que ainda não possuem aprovação. Portanto, as iniciativas devem estar previamente regulamentadas e reconhecidas pelos órgãos pertinentes.
Cooperativas de catadores estão entre as participantes
Na modalidade de reciclagem, estão habilitadas a apresentar propostas as seguintes entidades: organizações da sociedade civil, cooperativas e associações de catadores, fundações e outras instituições sem fins lucrativos, desde que cumpram os requisitos do programa. O objetivo é apoiar atividades que ampliem a coleta seletiva e valorizem o trabalho de quem opera na cadeia de resíduos.
O Banco do Brasil prioriza propostas que contemplem áreas como: inclusão socioprodutiva, geração de trabalho e renda, estrutura para reciclagem e fortalecimento da coleta seletiva, além de educação ambiental e soluções que proporcionem economia circular. Essas diretrizes ajudam a moldar as propostas, mas ainda assim, as iniciativas precisam ter a devida aprovação prévia, conforme estipulado na Lei nº 14.260/2021.
A seleção de projetos segue regulamentos específicos de cada categoria, portanto, uma entidade que tenha um projeto voltado à saúde não competirá sob as mesmas condições que uma cooperativa com uma proposta ambiental. O resultado da análise das propostas será divulgado até 7 de dezembro de 2026.

MARCOS – Trabalho com escrita há 6 anos e adoro encarar novos desafios. Entusiasta do marketing, apaixonado por ajudar pessoas através de conteúdos.



